segunda-feira, 7 de junho de 2010

Relatório do Ministério da Defesa de Israel sobre a entrada de suprimentos na Faixa de Gaza no período de 30 de Maio a 05 de Junho de 2010.

484 carretas com o total de 12.413 toneladas de ajuda passaram para Gaza através das pasagens Erz, Karni e Kerem Shalom

Erez
192 Integrantes de ONGs e funcionários de organizações internacionais entraram em Israel.
213 agentes de organizações internacionais entraram na Faixa de Gaza.
373 pacientes e acompanhantes cruzaram para Israel.
Karni Conveyor
131 Caminhões (5.037 toneladas) foram enviados para a Faixa de Gaza.
Kerem Shalom
353 caminhões (7.376 toneladas) foram importados para a Faixa de Gaza.
994.026 litros de Diesel para estações de energia foram transferidos.
748 toneladas de gás de cozinha foram transferidos.
44.500 litros de gasolina foram transferidos.
43 mil litros de combustível Diesel para o transporte foram transferidos.

Lista de Mercadorias Transferidas para a Faixa de Gaza
Produto
Caminhões
Produtos Alimentícios
Óleo de Cozinha
17
Leite em pó e comida para bebé
1
Arroz
3
Legumes
2
Trigo
31
Frutas e Vegetais
41
Produtos de carne, frango e peixe
21
farinha
32
Laticínios
35
Ração Animal
80
Sal
4
Açucar
26
Mistura de Produtos Alimentícios
46
Produtos de Higiene
26
Medicamentos e equipamentos médicos
8
Insumos para Agricultura
15
Cimento
2
Ferro
1
Roupas e calçados
39
Agregados
20
Produtos humanitários essenciais
34
Caminhões carregados
484
Peso Total (toneladas)
12.413
Transportados pelos Corredores Para Gaza
Data
Kerem Shalom
Karni Conveyor
Caminhões carregados
Peso Total (toneladas)
30/05/2010
99
-
99
2129
1/06/2010
64
-
64
1460
2/06/2010
83
131
214
6.640,5
3/06/2010
107
-
107
2184
Total
353
131
484
12.413,5
Transferência de combustível
Mercadorias / Data
30/05/2010
31/05/2010
1/05/2010
2/05/2010
3/05/2010
Total semanal
Gasolina
0
0
0
0
44.500
44.500
Diesel para transporte
0
0
0
0
43.000
43.000
Diesel para estações de Força (litros)
300.000
0
161.000
247.026
236.000
944.026
Gás de Cozinha (Toneladas)
199
0
174
176
199
748

Os "pacifistas" da Flotilla

Comunicado do porta-voz da Força de Defesa Israelense

Os seguintes passageiros a bordo do Marmara Mavi são conhecidos por seu envolvimento em atividades terroristas. O Marmara Mavi tentou quebrar o bloqueio marítimo à Faixa de Gaza na segunda-feira, 31 de maio de 2010, e foi abordado pelas forças da Marinha de Israel.
Fátima Mahmadi (nascida em 1979), residente nos Estados Unidos e de origem iraniana, é um membro ativo da organização "Viva a Palestina". Ela tentou contrabandear componentes eletrônicos proibidos (que podem ser usados para a confecção de bombas) para a Faixa de Gaza.

Ken O'Keefe (nascido em 1969), cidadão americano e britânico, é um ativista anti-Israel radical e agente da organização terrorista Hamas. Ele tentou entrar na Faixa de Gaza com a finalidade de formar e treinar uma unidade de comando para a organização terrorista palestina.
Hassan Iynasi (nascido em 1982), cidadão turco e ativista de uma organização de caridade Turca, é conhecido por fornecer apoio financeiro para a organização terrorista palestina Jihad Islâmico.
Hussein Urosh, um cidadão turco e ativista da organização IHH, estava indo para a Faixa de Gaza com o objetivo de ajudar no tráfico de pessoal técnico da Al-Qaeda, através da Turquia para a Faixa de Gaza.
Ahmad Umimon (nascido em 1959) é um cidadão francês de origem marroquina e agente da organização terrorista Hamas.

Sucesso na internet o vídeo sátira do flotilla, mais de 1.000.000 de visitas

domingo, 6 de junho de 2010

Esses Judeus Problemáticos


Retirado da RUA JUDAICA

Por: Charles Krauthammer
The Washington Post – 04. junho. 2010


O mundo está indignado com o bloqueio de Gaza por Israel. A Turquia denuncia a sua ilegalidade, a desumanidade, a barbárie, etc. Os suspeitos de praxe que participam da ONU o Terceiro Mundo e a Europa se juntam. A administração Obama treme.

Mas como escreve Leslie Gelb, que é o ex-presidente do Conselho de Relações Exteriores, o bloqueio não é apenas perfeitamente racional, mas é perfeitamente legal. Gaza está sob o domínio do Hamas que é inimigo autodeclarado de Israel – e esta autodeclaração é acompanhada por mais de 4.000 foguetes disparados contra civis que moram em território israelense.
Muito embora se comprometendo e se empenhando numa incessante beligerância, o Hamas reivindica ser a vítima, mesmo quando Israel impõe um bloqueio para impedir que esse mesmo Hamas se arme ainda com mais foguetes. Na II Guerra Mundial, com uma legalidade internacional completa, os Estados Unidos mantiveram o bloqueio para a Alemanha e o Japão. E em outubro de 1962, durante a crise dos mísseis, os EUA colocaram em prática o bloqueio ("quarentena") de Cuba. Navios russos com armas que seriam entregues para Cuba voltaram porque os soviéticos sabiam que a marinha americana os abordaria ou iria afundá-los. No entanto, Israel é acusado de ser um criminoso internacional por fazer exatamente o que John Kennedy fez: por em prática um bloqueio naval para impedir que um Estado hostil adquira armamentos letais.
Oh, mas os navios que iam para Gaza não estavam numa missão de ajuda humanitária? Não. Caso contrário, teriam aceitado a oferta de Israel para que levassem o que transportavam para um porto israelense para inspeção relativa a materiais militares e o restante transportado por Israel para Gaza – pois todas e a cada semana 10 mil toneladas de alimentos, remédios e outros suprimentos humanitários são enviados por Israel para Gaza. Então porque essa oferta foi recusada? Porque, como a própria organizadora Greta Berlin admitiu o objetivo da flotilha não era o socorro humanitário, mas sim a quebra do bloqueio, ou seja, o término das inspeções por Israel, o que na prática significaria a navegação ilimitada para Gaza e, portanto, o fornecimento ilimitado de armamentos para o Hamas.
Israel já interceptou por duas vezes navios pesadamente carregados de armas iranianas destinadas ao Hezbollah e para Gaza. Que país permitiria isso? Mas ainda mais importante, por que Israel ainda tem que utilizar o bloqueio? Porque, o bloqueio é uma forma de defesa no mesmo momento que o mundo deslegitima o direito de Israel de se defender – de forma antecipada e pró- ativa.
(1) Defesa antecipada: Por ser um pequeno país densamente povoado cercado por países hostis, Israel durante mais da metade de um século adotou este tipo de defesa – lutando as guerras em território inimigo (como no Sinai e Colinas de Golã), e não no seu próprio território. Sempre que possível (o Sinai, como um bom exemplo), Israel trocou territórios por paz. Mas quando as ofertas de paz foram recusadas, Israel manteve espaços como zonas tampão de proteção. Assim, Israel manteve uma pequena faixa do sul do Líbano para a proteção das cidades do norte de Israel. E sofreu muitas perdas na Faixa de Gaza para que as cidades fronteiriças israelenses não fossem expostas aos ataques terroristas palestinos. E, pelos mesmos motivos que a América trava uma árdua guerra no Afeganistão: Você luta com eles lá, então você não terá que lutar com eles aqui. Mas, sob uma pressão externa esmagadora, Israel está desistindo. Aos israelenses foi dito que as ocupações não eram somente ilegais, mas eram a causa das revoltas anti-Israel e, portanto, a retirada, que seria o motivo, traria a paz.

Terra por paz. Lembram-se? Bem, durante a última década, Israel entregou terras – evacuou o sul do Líbano em 2000 e deixou Gaza em 2005. O que conseguiu ? A intensificação da beligerância, a intensa militarização do lado inimigo, muitos seqüestros, ataques que atravessam as fronteiras e, lançados de Gaza, anos de implacáveis ataques de foguetes.

(2) Defesa pró-ativa: Israel, então teve que mudar para uma defesa ativa – ações militares para impedir, desmantelar e derrotar (emprestando a descrição do presidente Obama para a campanha dos EUA contra os Talibãs e a al-Qaeda) contra os mini-estados terroristas e pesadamente armados localizados no sul do Líbano e em Gaza depois que Israel se retirou. Quais foram os resultados? A guerra do Líbano em 2006 e ataques lançados de Gaza entre 2008 a 2009. E mais uma avalanche de calúnias pela mesma comunidade internacional que havia exigido as retiradas israelenses com o propósito de terras x paz. E o pior, o relatório Goldstone da ONU, que basicamente criminalizou a operação defensiva de Israel na Faixa de Gaza, enquanto encobriu o ‘casus belli’ – os pesados ataques com foguetes pelo Hamas que precederam a operação – e que efetivamente deslegitimou qualquer defesa pró-ativa por parte de Israel contra os seus autodeclarados inimigos que utilizam o terror. (3). Defesa passiva: Sem a defesa antecipada ou defesa pró-ativa para Israel somente é permitida a forma mais passiva e benigna de todas as defesas - um bloqueio para simplesmente impedir o rearmamento do inimigo. No entanto, nesse exato momento que falamos também está sendo deslegitimado pelas organizações internacionais. Mesmo os Estados Unidos agora está tendendo para que o mesmo seja abolido.

Mas, se nenhum destes pontos são permitidos, o que resta?

Ah, mas esse é o ponto. É o ponto que a flotilha rompe-bloqueio com inocentes úteis e simpatizantes do terror, pela organização testa-de-ferro turca que a financiou, pelo coro automático anti-Israel do Terceiro Mundo nas Nações Unidas e pelos preguiçosos europeus que não mais querem saber do problema judaico.

O que mais resta? Nada. O ponto central desta campanha implacável internacional é privar Israel de qualquer forma legítima de autodefesa. Por que, na semana passada, a administração Obama se juntou aos chacais, e inverteu uma prática de quatro décadas seguida pelos EUA, assinando um documento de consenso que coloca o foco em Israel por possuir armas nucleares? – e assim deslegitimar a última linha defesa de Israel: a dissuasão. É, parece que o mundo está cansado desses judeus incômodos, 6 milhões - esse número mais uma vez – ao lado do Mediterrâneo, a cada convite se recusando ao suicídio nacional. E por isso são incansavelmente demonizados, restritos a guetos e impossibilitados de se defenderem, até mesmo quando os mais empenhados anti-sionistas – o Irã, em particular - abertamente prepara uma solução mais definitiva.


letters@ charleskrauthammer.com

© 2010 The Washington Post Company



7º navio da flotilha foi interceptado sem incidentes.


(Comunicado pelo porta-voz da IDF e da porta-voz do MFA)

Comandos navais israelenses embarcaram no navio que tentava quebrar o bloqueio marítimo a Faixa de Gaza. De acordo com relatos, não houve violência ou lesões entre os soldados ou a tripulação sem nenhum uso da força e nenhum tiro disparado.
Pouco antes das 18h30, o navio atracou no porto israelense de Ashdod. Dezenove pessoas estavam a bordo do barco, incluindo oito membros da tripulação. Todos eles serão transferidos para a custódia das autoridades competentes do Ministério do Interior. A carga encontrada a bordo será transferida para a Faixa de Gaza após inspecções de segurança.

Porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros:

Ao longo dos últimos dias, o Estado de Israel repetidamente clama aos ativistas a do "navio de Rachel Corrie", oferecendo a eles descarregarem a carga no porto de Ashdod para que seja transferida para o ponto de passagem em Gaza - acompanhada por representantes dos ativistas e do Governo da Irlanda.

Esta oferta foi formulada nos contatos entre os Governos de Israel e Irlanda. Ifelizmente os militantes rejeitaram esta oferta e, conseqüentemente, a marinha israelense embarcou no navio redirecionado para porto Ashdod.

A operação foi realizada de forma pacífica, sem incidentes, como foi o caso de cinco dos seis navios da frota anterior.

A carga do "Rachel Corrie” será descarregada em Ashdod. Os ativistas a bordo do navio serão tratados pelas autoridades de imigração de Israel sendo levados para seu país de origem o mais rapidamente possível.

Durante a manhã uma força naval identificou o navio e, como fez anteriormente, emitiu várias chamadas para que se direcionasse para Ashdod e transferisse as mercadorias através da passagem após inspeção. Os apelos foram ignorados e ficou claro que o barco destináva-se a chegar às costas de Gaza. A marinha de Israel contactou o barco e esclareceu mais uma vez que a Faixa de Gaza está sob bloqueio do transporte marítimo e devido aos riscos de segurança na área, não seria autorizado a entrar.

Com o respeito dos membros da tripulação, a força naval embarcou no navio sem incidentes sob o comando do Comandante da Marinha de Israel, o vice-almirante Eliezer Marom, dirigiu-se ao porto de Ashdod.

Qualquer organização ou país que desejem transferir ajuda humanitária para a Faixa de Gaza pode fazê-lo legalmente, via terrestra com coordenação com as autoridades competentes, como é feito em uma base diária próxima.

O fechamento da Faixa de Gaza impede o contrabando de armas para a organização terrorista Hamas e garante a segurança dos navios que viajam na área.

Note-se que o Hamas tem se recusado a permitir a entrada de qualquer dos auxílios efetuados pelos outros seis navios da flotilha na Faixa de Gaza até agora. Cinco dias se passaram desde que os caminhões foram carregados com a carga e estavam prontos para entrar em Gaza.

As regras internacionais de guerra permitem a captura de navios antes da sua efetiva violação de um bloqueio naval.

As declarações por parte dos organizadores da frota e as suas reações às mensagens que foram transmitidas a eles durante a sua abordagem mostram claramente que eles tinham a intenção de romper o bloqueio naval, permitindo as medidas tomadas pelas forças militares israelenses.

No sábado, a Marinha de Israel transmitiu a seguinte mensagem para o navio flotilha 7 através de transmissão por rádio:

"Esta é a marinha israelense. Está se aproximando uma área de hostilidades, que está sob um bloqueio naval. A área de Gaza, região litorânea e porto de Gaza estão fechadas a todo o tráfego marítimo. O governo israelense promove a entrega de suprimentos de ajuda humanitária à população civil da Faixa de Gaza e convida-o a entrar no porto Ashdod. A entrega dos fornecimentos, em conformidade com os regulamentos das autoridades será feito através da via formal de terra e sob a sua observação, após os quais vocês podem retornar às suas casas a bordo de navios em que vocês chegaram. "

Os organizadores do navio optaram por ignorar o convite para atracar no porto de Ashdod, onde a carga pode ser descarregada e transferida para a Faixa de Gaza após inspecção.

A partir de 12:00, 05 de junho de 2010, a Marinha israelense teve quatro pedidos recusados pela Linda (nome original do navio que foi renomeado como Rachel Corrie) para atracar em Ashdod, onde poderia descarregar materiais de sua ajuda e depois de uma inspecção de segurança todos os bens seriam transferidos para Gaza através das passagens terrestres.

sábado, 5 de junho de 2010

Iara Lee e Giora Balash: dois brasileiros

por Marcos Guterman

A cineasta Iara Lee, única brasileira a bordo da “Flotilha da Liberdade”, descreveu sua experiência durante a abordagem da Marinha israelense, em texto publicado pela Folha. Sem ter visto o confronto, ela fez suas deduções como se a tudo tivesse testemunhado. “Ouvi tiros e temi pela vida dos meus companheiros de viagem. Mais tarde vi os corpos sendo carregados para dentro. Podia esperar que os soldados atirassem para o ar, ou nas pernas das pessoas, mas em vez disso vi que tinham atirado para matar.”

A frase mostra que ela não viu os soldados atirando, apenas ouviu. Em seguida, viu os corpos de seus “companheiros” sendo carregados. Isso foi o suficiente para que ela denunciasse, com a firmeza de quem assistiu a tudo: “Vi que (os soldados) tinham atirado para matar”. O problema é que Iara Lee não viu nada, como ela mesma admite. Não viu, por exemplo, soldados israelenses sendo espancados e esfaqueados. Ela apenas ouviu tiros e tirou suas conclusões, contaminadas por sua militância. A equação, para ela, era simples: soldados israelenses + tiros + corpos de pacifistas desarmados = massacre premeditado.

Como cineasta, ofício em que a imagem é tudo, Iara Lee deveria saber bem a diferença entre ver e não ver alguma coisa. Para ela, porém, parece que basta acreditar em algo para que isso se torne verdade. Resta só o trabalho de recolher “evidências” para fundamentar a crença.

De todo modo, pelo menos Iara Lee sobreviveu para contar o que acha que viu. Deu mais sorte que outro brasileiro, Giora Balash, assassinado pelo Hamas num atentado a bomba numa pizzaria em Jerusalém, em 2001. Balash não sobreviveu para contar o que efetivamente viu: a cara do terror.

Tripulantes do Navio turco de ajuda humanitária dando boas vindas aos soldados de Israel com granadas, porretes e correntes

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Ódio a Israel ameaça palestinos

04/06/2010-08h03

Ódio a Israel ameaça palestinos

Como judeu, descendente de avós que perderam pais e irmãos no Holocausto nazista, é de embrulhar o estômago ver a guerra mundial contra Israel.

Nem um século se passou desde que o mundo observou passivamente Hitler e seus aliados exterminarem 6 milhões de judeus indefesos no coração da Europa, e o coro histérico e irracional contra os judeus voltou com força e abrangência. É o antissemitismo travestido de antissionismo.

Sim. Até Emir Sader sabe que não é possível distinguir o Estado judeu dos judeus. Odiando-se um, odeia-se os outros.

E os inimigos de Israel (dos judeus) deixam isso bem claro. Seja no (re)uso do acervo iconográfico antissemita clássico, como vemos nas charges na mídia oficial árabe e "progressista" europeia, seja no grito por boicotes à vibrante e independente academia israelense, que traz de imediato à memória os boicotes aos negócios de propriedade judaica nos primórdios da Alemanha nazista.

Que se conteste e proteste contra atos e políticas adotadas pelo governo de turno em Jerusalém, como os próprios israelenses não param de fazer desde antes de o Estado judeu ser oficialmente declarado por David Ben-Gurion, em 1948.

Mas suspeito, para dizer o mínimo, do tom de ódio indignado de parte importante da opinião pública (a mais vocal, mas não necessariamente a mais numerosa) em relação a tudo o que Israel faz.

Não se está aqui, obviamente, apoiando as mortes no barco com ativistas e militantes que rumava para Gaza. Mas o conflito no Oriente Médio é muito mais complexo do que maniqueísmos reducionistas e manipulações grosseiras. Estas só servem para enganar desavisados de boa-fé e promover extremistas de má-fé.

A guerra próxima não é entre israelenses e palestinos, mas entre os israelenses e palestinos que querem a paz contra os israelenses e palestinos que não querem a paz. O segundo grupo é minoria nos dois lados, mas consegue impor o conflito justamente porque sua complexidade dificulta tanto um acordo e o sangue já derramado fomenta tanto ódio e medo.

E há ainda a guerra mais distante que Israel trava contra o extremismo islâmico e seus apoiadores no mundo árabe-islâmico. O uso cínico que ditaduras opressoras como Irã e Síria faz da causa palestina, a eterna bucha de canhão de terceiros interesses no Oriente Médio, talvez seja hoje o principal combustível do conflito.

Israel retirou suas tropas do sul do Líbano em 2000 e desde então a região está tomada pela milícia terrorista extremista islâmica xiita Hizbollah, apoiada pelo eixo Damasco-Teerã. O Estado judeu retirou suas tropas da faixa de Gaza em 2005, e o grupo extremista terrorista islâmico sunita Hamas tomou o controle da região, apoiada pelo eixo Damasco-Teerã.

Servindo a seus patronos estrangeiros, Hizbollah e Hamas transformaram as regiões recém-desocupadas por Israel em bases de foguetes contra o país, o que levou a guerras sangrentas nos dois palcos e afastou ainda mais a possibilidade de paz.

Os palestinos precisam ter seu Estado, até o premiê nada moderado de Israel, Bibi Netanyahu, já o admitiu. Hostilizar Israel da forma com que os apoiadores cegos dos palestinos fazem só atrasa esse justo objetivo ao reforçar mais uma vez a ideia de que a discriminação contra os judeus segue muito viva.
Viva a tolerância. Não viva o ódio.

Sérgio Malbergier é jornalista. Foi editor dos cadernos Dinheiro (2004-2010) e Mundo (2000-2004), correspondente em Londres (1994) e enviado especial da Folha a países como Iraque, Israel e Venezuela, entre outros. Dirigiu dois curta-metragens, "A Árvore" (1986) e "Carô no Inferno" (1987). Escreve para a Folha.com às quintas.

Declaração do Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel Sobre o Navio Corie Rachel

COMUNICADO
Declaração do Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel
Navio Corie Rachel
 
 Gostaríamos de divulgar, mais uma vez, a mensagem que foi entregue tanto nos canais públicos como nos privados para o navio Corie Rachel, que segue em direção à Gaza:
 
"Nós não desejamos nenhum confronto. Nós não queremos embarcar no navio. Se o navio decidir seguir para o porto de Ashdod, iremos garantir a chegada segura e não embarcaremos.
 
Israel está preparado para receber o navio e para descarregar o seu conteúdo.
 
Depois de uma inspeção para garantir que nenhum armamento e material de guerra se encontram a bordo, estamos preparados para entregar todos os bens para Gaza.
 
Representantes dos participantes a bordo e das ONGs são convidados a acompanhar as mercadorias até a área de passagem para Gaza.
 
Vamos trabalhar com a ONU e organizações internacionais para assegurar que todos os bens sejam utilizados em benefício do povo de Gaza ".
 
========================
 
 
Departamento de Comunicação
Embaixada de Israel / Embassy of Israel

segunda-feira, 31 de maio de 2010

MATERIAIS ADICIONAIS

MATERIAIS ADICIONAIS
 
Enviamos abaixo alguns vídeos selecionados com informações adicionais acerca do evento ocorrido nesta madrugada com a flotilha que se aproximava da Faixa de Gaza. Os vídeos estão livres para download e distribuição.
 
1. Briefing com o Vice-Ministro das Relações Exteriores de Israel, Danny Ayalon - Danny Ayalon's briefing, May 31, 2010;
2. Free Gaza – A verdade (download);
3. O verdadeiro objetivo da flotilha (
download);
4. Soldados israelenses são atacados e golpeados por “ativistas” (
download);
5. Participantes da flotilha incitam ódio e chamam a “matança dos judeus” (
download).
6. Acesse o canal das Forças de Defesa de Israel (IDF) no youtube (
http://www.youtube.com/idfnadesk)
7. 
http://www.mfa.gov.il/MFA/Government/Communiques/2010/Israel_Navy_warns_flotilla_31-May-2010.htm
 
Atenciosamente,
 
Assessoria de Imprensa
Embaixada de Israel

Esclarecimentos do Governo Israelense

COMUNICADO À IMPRENSA
31 de maio de 2010
 
Enviamos abaixo as reações oficiais do governo de Israel acerca dos eventos ocorridos nesta madrugada entre as Forças de Defesa de Israel (FDI) e a flotilha que seguia em direção à Faixa de Gaza.
 
 
1.      Atividades e declarações do Ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Liberman
 
 
O Ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Liberman, segue conduzindo uma série de diálogos com Chanceleres de vários países e informou nesta manhã em Israel que os membros da embarcação não estavam em missão de paz e são, na verdade, terroristas que atacaram os militares das FDI quando estes abordaram a embarcação que se dirigia à Faixa de Gaza.
 
O Chanceler também explicou que todas as tentativas de Israel para dialogar e alcançar um entendimento com os organizadores da flotilha foram rejeitadas. Lembrou também que todas as solicitações de Israel ao Hamas para que fosse autorizada a entrada da Cruz Vermelha na Faixa de Gaza, com o fim de visitar e atender o soldado israelense seqüestrado, Gilad Shalit, foram negadas. O que aconteceu nesta manhã foi uma violência pré-planejada pelo grupo que atacou as FDI e Israel não permitirá qualquer ofensiva ao seu Estado por parte de grupos terroristas ou seus apoiadores.
 
2.      Reação do Vice-Ministro das Relações Exteriores de Israel, Danny Ayalon.
 
O Vice-Ministro das Relações Exteriores de Israel, Danny Ayalon, informou nesta manhã em Israel, durante uma coletiva de imprensa, que “a armada de ódio e violência em apoio à organização terrorista Hamas foi uma provocação premeditada e ultrajante”. Os organizadores da flotilha são bem conhecidos por suas ligações com o Jihad, Al-Qaeda e o Hamas, tendo em sua trajetória um histórico de contrabando de armas e outros materiais bélicos. Ayalon informou ainda que “a bordo do navio, foram encontradas armas que estavam preparadas com antecedência e usadas contra as FDI. A intenção dos organizadores era a utilização de métodos violentos e, infelizmente, houve fortes resultados”.
 
Ayalon também informou que a chamada ajuda humanitária não tinha uma finalidade pacífica e se assim fosse, os organizadores teriam aceitado a oferta israelense em realizar a entrega dos materiais através dos canais apropriados, como a ONU ou a Cruz Vermelha. Na verdade, o grupo afirmou repetidas vezes que a intenção era romper o bloqueio marítimo em Gaza. Este bloqueio, realizado por Israel, é legal e justificado, levando em consideração o terror imposto pelo Hamas em Gaza. Permitir que esses navios entrassem de forma ilegal no território teria aberto um corredor de contrabando de armas e terroristas na Faixa de Gaza, resultando em morte de milhares de civis e a disseminação da violência em toda a área.

Após os repetidos avisos aos organizadores de que não seria permitido romper o bloqueio e de acordo com a lei marítima, Israel impôs o seu direito. Infelizmente os membros da flotilha não atenderam nenhuma das propostas israelenses, incluído a de hoje pela manhã, onde as FDI solicitaram que a flotilha os acompanhasse, encerrando de forma pacífica este evento.

Nenhum país soberano iria tolerar este tipo de violência contra sua população civil, contra a sua soberania, contra a lei internacional. Israel lamenta as vítimas e informa que foram usadas todas as opções e alternativas para evitar esta situação.
 
Informações Adicionais (em inglês)
 
  1. Clique aqui e veja um vídeo onde membros da flotilha utilizam de alta violência contra os soldados israelenses durante a embarcação destes no navio. O evento ocorreu nesta manhã.
  2. Clique aqui e acesse um documento que aponta ligações do grupo IHH (Insani Yardim Vakfi, IHH, “Fundo de Ajuda Humanitária”) com os grupos terroristas Hamas,  Irmandade Mulçumana e Al-Qaeda.
  3. Clique aqui e veja um vídeo onde um soldado israelense é atacado com golpes de pé-de-cabra.  
  4. Clique aqui e veja um vídeo onde as Forças de Defesa de Israel abordam a embarcação que se aproxima da Faixa de Gaza e oferecem o Porto em Ashdod como alternativa para que a flotilha  desembarque os suprimentos e estes sejam transportados por via terrestre à Faixa de Gaza sob supervisão. A opção de transporte via terrestre é a mais segura, haja visto que algumas embarcações que supostamente levam suprimentos à Faixa de Gaza, transportam também armamentos e outros materiais bélicos. No vídeo, claramente vê-se que a embarcação recusa a proposta. Após a recusa, a flotilha atacou as FDI.
  5. Clique aqui e assista um vídeo, feito antes dos recentes acontecimentos, onde os organizadores da flotilha admitem utilizar a força caso os soldados israelenses embarquem em algum navio da flotilha.
  6. Clique aqui e acesse o documento “The Gaza flotilla and the maritime blockade of Gaza - Legal background”, com informações acerca da legalidade do bloqueio marítimo em Gaza.
======================================= 
Assessoria de Imprensa
Embaixada de Israel

O que realmente aconteceu abordo do navio da organização fotilla


O vídeo mostra o que aconteceu quando os soldados israelenses embarcaram, descendo de helicóptero, dentro do navio. Reparem que os soldados nem mal encostaram no chão houve agressão. A reação dos soldados foi depois de levar muita porrada com porretes de ferro e outros adereços como facas. no segundo vídeo aprece a advertência israelense

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Reunião em Recife

Um grupo de jovens em Recife se reuniu para conversar sobre um novo gupo univrsitário. A reunião aconteceu na casa do Sammy Kelner e contou com muita empolgação e motivação.


sábado, 22 de maio de 2010

Shavuót em Recife

O evento em Recife reuniu a comunidade em diversas atividades com dança e teatro. A presença da juventude foi marcante em um evento organizado pela comunidade local com apoio da Hagshamá.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Fotos do Lag Baomer - Manaus

Em evento organizado pelos jovens do Sababa e o sheliach jovem da comunidade Rafael Stern, foi comemorado o Lag Baomer com muito churrasco e saladas típicas de Israel. A comemoração aconteceu na Hebraica de Manaus e contou com apoio da Hagshamá Brasil. Todos so jovens presentes tiveram a oportunidade de se divertir ao som de muita música Israelense e ao redor da tradicional fogueira de Lag Baomer.

An Open Letter To The World - From Israel to the World

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Ani Yehudi - Soy Judio - Sou Judeu - I'm Jewish

Vídeo musical muito bom, cantado por diversos artistas israelenses e da diáspora representando o orgulho de ser judeu!




segunda-feira, 3 de maio de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Manaus - Sababa fará evento de Lag Baomer

No dia 1º de maio, sábado, às 20:00h o Grupo Sababa começa suas atividades de 2010 com uma grande festa de Lag Baomer com muito churrasco ao redor da fogueira. O evento será no clube Hebraica de Manaus e já é esperado um grande número de jovens.


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Gilad Shalit e a guerra psicológica covarde

Gente, recebi o primeiro filme do Felipe Cusnir. Uma breve explicação: É uma animação feita pelo Hamas da luta do pai de Gilad, Noam Shalit, pela liberdade do filho. Para o que vos escreve parece mais um "se depender do governo seu filho volta morto". Colocaram uma pressão psicológica na familha de Gilad.
O segundo peguei na internet e fiquei mais impressionado.
Sei lá, gostaria da opinião de vocês pois esse vídeo pode ser usado para atividades em debates e seria muito interessante debatermos aqui também.

domingo, 25 de abril de 2010

Hagshamá Brasil esteve presente bo seminário de "antenas" da Agência Judaica


Sergio Rosenboim, Diretor Brasil e Daniel Lajb, Coordenador São Paulo, estiveram presentes no seminário para "antenas" da Agência Judaica. O espaço aberto para a Hagshamá teve como objetivo explanar as atividades do departamento pelo Brasil e propor parcerias.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Hagshamá e movimentos presentes no evento da Embaixada e Consulado de Israel

Os Movimentos Juvenis do Rio de Janeiro e a Hagshamá Brasil marcaram presença no evento de Yom Haatzmaut da Embaixada e Consulado de Israel.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Hagshamá e Movimentos Juvenis celebram o Yom Haatzmaut



Nesta segunda feira mais de 80 jovens entre madichim e bogrim dos movimentos juvenis estiveram presentes na celebração de yom haatzmaut. O evento teve a parceria da Hagshamá Brasil com os movimentos juvenis que voltam a realizar diversas atividades em conjunto.
A atividade foi uma exibição de um filme sobre Israel muito interessante e que "arrancou" o silêncio e a atenção de todos, cantamos o Hino (muito lindo) e comemos falafel e shawarma regado a muita música. O ponto alto foi a camisa unificada do evento que colocou todos presentes iguais nesta celebração.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Yom HaZikaron / Yom HaAtzmaút

Gostaria de compartilhar com vocês um texto que eu escrevi em Yom HaZikaron, em 2007, quando tive a oportunidade de estar em Israel nessa data e participar das homenagens e celebrações.


Num estado onde
todo cidadão e um soldado
e todo soldado e um cidadão

Participar do exército
não e só um direito e sim uma obrigação.
O uniforme verde oliva
é a roupa comum a todos

Hoje todos choram,
todos conhecem alguem
seja da familia ou amigos,
que faleceu em serviço

Toda morte, de cada indivíduo
dói em cada um
mas com um orgulho e respeito muito grande
como Trumpeldor disse:
"É bom morrer por essa pátria"

Pena que para termos essa pátria
tantos tiveram que morrer.
E outros tantos dia a dia
morrem nos protegendo.
O sentimento de coletividade
se intensifica nesses dias.

Queríamos não precisar lutar.
Que aos 18 se entraria na univeridade
como acontece no mundo todo

Mandamos nossos filhos
para lutar pela sobrevivência
pois o inimigo mora ao nosso lado
e nunca sabemos quando e nem de onde vem o perigo

Os mesmo jovens
pelos quais choramos hoje
nos dão a alegria para comemorar amanhã,
o dia da independência de Israel.
O dia mais feliz do ano
que se separa do mais triste
por apenas um minuto

Que não tenhamos que chorar
por mais ninguém
e poder somente comemorar com alegria.
Pois é bom VIVER por essa pátria!


PARABÉNS AO ESTADO DE ISRAEL PELOS SEUS 62 ANOS DE EXISTÊNCIA!!!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Carta de Ronald S. Lauder, Presidente do World Jewish Congress, para o Presidente Obama

Texto Completo da Carta de Ronald S. Lauder, Presidente do World Jewish Congress, para o Presidente Obama


15 de abril de 2010

Caro Presidente Obama:

Eu escrevo hoje como um americano orgulhoso e como um judeu orgulhoso.
Judeus de todo o mundo estão preocupados. Estamos preocupados com as ambições nucleares do regime iraniano que se gaba das suas intenções genocidas contra Israel. Estamos preocupados porque o Estado Judeu está sendo isolado e deslegitimado.

Senhor Presidente, estamos preocupados com a dramática deterioração das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Israel.

A burocracia israelense sobre habitações emitiu um anúncio inoportuno e o seu governo o estigmatizou como sendo um "insulto". Esta discrepância diplomática era em relação a uma etapa, que é a quarta de um processo de sete etapas de planejamento para uma futura permissão para a construção de residências em uma área judaica de Jerusalém a qual, em qualquer acordo de paz continuaria a ser parte integrante de Israel.

Nossa preocupação aumenta ao nível de alarme quando consideramos algumas questões preocupantes. Por que a ênfase da retórica da Administração para o Oriente Médio parece culpar Israel pela falta de progresso nas conversações de paz? Pois são os palestinos e não Israel, que se recusam a negociar.
Israel já fez concessões sem precedentes. Colocou em vigor a maior e mais ampla moratória sobre assentamentos em relação à Cisjordânia da história de Israel.

Israel já declarou publicamente o seu apoio para uma solução de dois Estados. Por outro lado muitos palestinos continuam a recusar até mesmo o direito da existência do Estado de Israel.

A causa básica do conflito tem sido sempre a recusa dos palestinos em aceitar Israel como a nação do povo judeu. Todo presidente americano que tentou mediar um acordo de paz colidiu, mais cedo ou mais tarde com a intransigência palestina. Lembre-se da angústia do presidente Clinton quando as suas propostas de paz foram rudemente rejeitadas pelos palestinos em 2000. Portanto os assentamentos não são a questão principal.

E ainda agora continuam a não ser a questão principal.

Outra questão importante é esta: qual é posição da Administração em relação às fronteiras para um acordo final? A ambiguidade sobre este assunto tem provocado uma onda de boatos e de ansiedade. Poderia ser verdade que a América já não está comprometida para um acordo sobre um estatuto final que assegure fronteiras defensáveis para Israel? Seria um novo rumo sendo traçado o qual deixaria Israel com fronteiras indefensáveis, que eram um convite para invasões antes de 1967?

Existem pressões significativas do lado palestino para que utilize essas fronteiras indefensáveis como a base para uma futura declaração unilateral de independência. Como responderia os Estados Unidos a tal curso de ação imprudente?

E quais são as ambições estratégicas dos Estados Unidos num aspecto mais amplo no Oriente Médio? O desejo para melhorar as relações com o mundo muçulmano pela Administração é bem conhecido, mas o atrito com Israel é parte desta nova estratégia? O agravamento das relações com Israel poderia melhorar as relações com os muçulmanos? A História é clara sobre o assunto: o apaziguamento não funciona . Pode alcançar o oposto do que se propõe.

E sobre o personagem mais perigoso na região? Não deveria os Estados Unidos permanecer focado na maior ameaça que o mundo enfrenta atualmente? È a ameaça de um Irã com armas nucleares. Israel é o principal aliado da América no Oriente Médio, e é um dos mais comprometidos com esta Administração com o propósito de assegurar que o Irã não consiga armas nucleares.

Senhor Presidente, nós entendemos a sua sinceridade na sua busca para uma paz duradoura. Mas nós recomendamos com insistência para que leve em consideração as preocupações expressas acima. O nosso grande país e o pequenino Estado de Israel têm em comum os valores fundamentais da liberdade e da democ racia. É um vínculo muito estimado pelo povo judeu. Neste espírito, a meu ver, mui respeitosamente, apresento que é hora de acabar com a nossa animosidade pública com Israel e para enfrentarmos juntos os verdadeiros desafios que estão a nossa frente.

Atenciosamente,
Ronald S.Lauder
Presidente
Congresso Judaico Mundial

Mensagem do Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para as Comunidades da Diáspora - 62º aniversário da Independência de Israel - Abril 2010


Mensagem do Primeiro Ministro de Israel,
Benjamin Netanyahu, para as Comunidades da Diáspora
- 62º aniversário da Independência de Israel -

Abril 2010
O dia da Independência de Israel celebra um duplo milagre na vida do povo judeu.
O primeiro milagre é a restauração da soberania judaica. Não conheço outro exemplo na história das nações em que um povo disperso, praticamente deixado à morte, foi capaz de reafirmar a sua vida nacional.
O segundo milagre é o que temos feito desde a criação do Estado judeu. Israel está se tornando rapidamente uma potência econômica regional e uma das principais potências do mundo tecnológico.
Todo o poder da criatividade e da genialidade do povo judeu está brotando nas mais diversas áreas: na ciência, na tecnologia, na medicina, nas artes. Esta incrível manifestação de criatividade promete um grande futuro para o povo judeu e para toda a humanidade.
Este duplo milagre é um testemunho da força de vida do povo judeu. É um testamento aos sentimentos profundos de esperança que levamos dentro de nós e para a conexão profunda que temos tanto com o nosso passado como com o nosso futuro. Os dois milagres que já ocorreram estão apenas no início. Se todos nós ficarmos juntos, se continuamos comprometidos com o nosso destino comum, não há nada que não possamos alcançar.
Chag Sameach!
Benjamin Netanyahu
Jerusalém, Israel