quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Hagshamá visita machané do Habonim Dror em Salvador


Hagshamá vai a Salvador para conversar com o representante na cidade para 2011

O Diretor Brasil da Hagshamá esteve em Salvador para conversar com a equipe que ir[a assumir em 2011 encabeçada por Vitor. Na mesma oportunidade pudemos conversar com o Rabino local e membros da diretoria da SIB.

Habonim Dror de Curitiba faz atividade pré machané apoiada pela Hagshamá

Hagshamá e Conselho Juvenil realizam cinedebate em SP


Diretoria Jovem da CIP assume e já realiza primeiro evento

O primeiro evento para a juventude de Curitiba realizado pela CIP foi com o ex BBB Michel. Ele contou a experiência de participar do programa e desvendou algumas dúvidas sobre bastidores.
O evento foi regado a muito sushi e teve participação de 70 pessoas.

Atividade de encerramento da Hagshamá em SP reúne jovens

Diversos jovens se reuniram para uma atividade de encerramento da Hagshamá com muita musica, narguila e animação. O ponto alto foi o parabéns do nosso representante Lajb.

Diretor da Hagshamá Brasil visita Curitiba para escolher o novo representante na cidade.


O Diretor da Hagshama Brasil esteve presente em Curitiba oara conversar com o futuro representante na cidade. Leon "Chaim", deve assumir em 2011 e já conta com apoio dos jovens da comunidade.

Hagshamá participa da expo Israel da Agência Judaica

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Hagshamá realiza show de dança israeli com um dos melhores grupo de Israel

A Hagshamá Brasil realizou em conjunto com a Hebraica Rio e o Instituto Kineret um grande show com um dos melhores grupos de dança israeli de Israel.
A Lehaká Misgav composta por 44 dançarinos mostrou coreografias modernas, tradicionais e étnicas deixando o público entusiasmado.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Seminário em Belém é sucesso total

Em outubro a Hagshamá com apoio do centro israelita de Belém realizou um seminário para jovens com o intuito de promover o grupo Nachal e inserir os jovens em atividades comunitárias.
Realizado em um resort, a programação mesclou social com educacional e contou com 50 jovens participantes.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A nova casa jovem da comunidade judaica carioca

Com apoio da Hagshamá Brasil e total trabalho realizado por jovens comandados pelo Rabino Benjamin Zagury nasce um novo espaço para a juventude carioca.
Aulas de hebraico, judaismo, sionismo e assuntos como Israel, antissemitismo e atualidades serão abordados durante os cursos e atividades da casa.


sábado, 16 de outubro de 2010

Israel como solução

Orlando Lima, consultor empresarial

Acabo de chegar de Israel e em função do impacto que me causou essa experiência, quero dividir o que vi com outros brasileiros, principalmente não judeus, que pouco conhecem sobre a realidade desse país. Nação pujante, com infraestrutura de primeiro mundo, onde se respira dinamismo econômico por toda parte, e não apenas em Tel-Aviv, capital “high tech” do Oriente Médio, onde se situam laboratórios avançados das maiores empresas de tecnologia mundial. Ao dirigir pelo interior do país, de Norte a Sul, é impressionante verificar a fervilhante atividade agrícola, industrial, de comércio e turismo, num território muitas vezes desértico, observando-se o máximo aproveitamento de tudo o que existe. Nos dias de hoje soa como uma nova onda de desenvolvimento a partir da evolução do idealismo dos primeiros kibutzim, agora com estruturas mais profissionalizadas de atividade empresarial.
Críticos tendem a argumentar que Israel só chegou a esse patamar devido à ajuda internacional da diáspora judaica, em especial a americana. No entanto, o que vi é real, muito expressivo, e indago se os investimentos privados teriam ocorrido e prosperado se não houvesse um grande espírito empreendedor, gestão eficiente e segurança jurídica no país. Submetido ao constante escrutínio da mídia em geral, Israel é um país democrático sofisticado, com instituições que funcionam na plenitude, onde convivem diferentes povos de todos os matizes, judeus de todas as origens, grande população árabe com cidadania, que aufere todos os benefícios sociais e econômicos, e mais recentemente de imigrantes de outros países, principalmente da África e Ásia. Apesar do que se fala, Israel é um país tolerante com as diferentes manifestações culturais e religiosas (incluindo a muçulmana), que podem ser praticadas com total liberdade e cujas diferentes igrejas atuam no país na gestão dos inúmeros sítios religiosos, como se pode observar em Jerusalém.
Tive a oportunidade de conhecer o Museu do Palmach, em Tel Aviv, que apresenta de forma instigante a história dos primeiros movimentos armados que atuaram na formação do Estado de Israel, vitais na Guerra da Independência de 1948, vencida pelo país em resposta a seus vizinhos que o atacaram à época da aprovação da resolução da ONU que criou o Estado de Israel. Esses grupos formaram a origem das forças armadas do Estado de Israel contemporâneo. Em nenhum momento me senti inseguro em Israel. No entanto, respiram-se fatos dramáticos que afetam o cotidiano da população israelense. Não bastassem os constantes foguetes lançados de Gaza sobre populações civis em Israel, um desses casos é a situação do jovem soldado israelense Gilad Shallit. Sequestrado pelo Hamas há mais de quatro anos, permanece preso até os dias de hoje e, apesar de todos os apelos humanitários, as negociações para sua libertação se arrastam com condições e exigências cada dia mais extremadas (troca por centenas de presos, incluindo terroristas). Por outro lado, acho incompreensível o double standard dado pela cobertura da mídia internacional a Israel, com pouquíssima repercussão das ações agressivas de grupos árabes radicais (como o uso de escudos humanos com civis palestinos) e, por outro lado, a “comoção internacional” gerada com a questão da flotilha (com consequências trágicas, é verdade) mas que tentou chegar a Gaza numa ação de clara provocação ao poder constituído, e cujos integrantes estavam plenamente conscientes dos riscos que corriam.
Considerando-se que sua existência tem apenas 60 anos, Israel é um verdadeiro milagre sob qualquer perspectiva. Apesar de sua legitimidade, criada a partir de resolução da ONU, o sentimento israelense transmite alguma insegurança quanto à necessidade de maior reconhecimento internacional e sensibilidade à crítica de que “deve” alguma coisa aos seus vizinhos palestinos, apesar dos esforços que têm sido empenhados. Legado de uma das maiores tragédias da humanidade como foi o Holocausto, fruto do esforço incansável de judeus de todo o mundo, à custa do sangue de muitos pioneiros, desde seus primeiros dias de criação Israel é uma realidade de fato e de direito, que deveria servir de exemplo de superação e como parceiro estratégico para outros países que queiram construir o futuro no caminho do desenvolvimento na região. Nesse sentido, tenho minhas dúvidas sobre as reais perspectivas de um estado palestino independente que não passem por uma estreita parceria econômica e social com Israel. Se, algum dia, um novo paradigma político for possível na região, Israel tem todas as condições para contribuir com seus vizinhos como um vetor alavancador de desenvolvimento e prosperidade econômica e social de um novo Oriente Médio.

Publicado em O Globo

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Exército do Líbano diz: "Nós atiramos primeiro."

por Hanan Greenberg


Exército do Líbano admitiu que suas tropas abriram fogo contra as forças israelenses terça-feira; oficial das Forças Armadas: o Líbano tem muito a perder se mantiver a atitude beligerante.

O porta-voz do exército do Líbano confirmou o que Israel alega. Que as forças libanesas dispararam primeiro durante o confronto de terça-feira fronteira.

Em um comunicado divulgado à AFP e citado pelo diário libanês Al-Nahar na quarta-feira, o porta-voz libanês disse que "o Exército libanês abriu fogo primeiro quando os soldados israelenses entraram em território libanês ... isso constituiu em um direito absoluto na defesa de nossa soberania." (Nota da Hagshamá: repare foto abaixo que comprova que o ataque libanês se deu em território israelense e não no Líbano)

Mais cedo, um oficial das Forças de Defesa de Israel disse à Ynet que o Líbano tem muito a perder se mantiver uma atitude beligerante e cooperar com o Hezbollah,
dirigindo-se à possibilidade de cooperação futura entre o Exército libanês e o Hezbollah. O oficial militar disse: "O governo libanês teria de compreender as implicações disto. Como um estado, tem muito a perder. No final do dia, eles têm muito a pensar sobre os incidentes de terça-feira, e parece que já estão fazendo isso. "

O oficial previu que a calma será restaurada na fronteira Norte após o choque de terça-feira, mas destacou que o conflito "é um marco doloroso e significativo nas relações sensíveis na fronteira norte envolvendo o Exército de Israel, UNIFIL (ONU), e o Exército libanês".

"Isso pode ter um efeito direto durante os períodos de rotina, e principalmente durante os períodos de emergência", disse ele.


'O inimigo segue todos os nossos movimentos "

As Forças da ONU estão analisando os eventos de terça-feira e os funcionários estão insinuando que isso já poderia ser previsto, dado a aproximação política entre o Hezbollah e o exército do Líbano. Funcionários do exército de Israel estimam que a emboscada mortal enfrentada pelas tropas israelenses na terça-feira foi orquestrada por um oficial radical, mas que suas ações aparentemente refletem o espírito do exército libanês.

O incidente de terça-feira aconteceu após uma operação de rotina do Exército de Israel em um enclave da zona fronteiriça, onde soldados estavam cortando arbustos perto da cerca de fronteira. Apesar das tensões atuais, o Exército diz que vai continuar a realizar operações semelhantes nos próximos dias.

No entanto, autoridades militares estimam que o exército libanês, que se apressou a retirar as suas tropas após incidente de terça-feira, por receio de uma resposta forte israelense, percebeu que pagará um alto preço se um incidente similar se similar.


terça-feira, 27 de julho de 2010

Grupo Nachal de Belém realiza evento

Em evento realizado neste ultimo fim de semana o Grupo Nachal reinicia as atividades já planejando um seminário.
O evento de abertura foi uma pizzada que reuniu cerca de 20 jovens

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Videos dos atos de AMIA


Vídeo do Ato da juventude com a chamada dos nomes das vítimas

Sirene no ato político e principal, na sexta de manhã.

Último dia - AMIA 2010


Ato pela memória ativa - domingo pela manhã



Palestra de encerramento do seminário Hagshamá / AMIA

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Seminario da Hagshama para jovens do Brasil e Uruguai

Cerca de 30 jovens do Brasil e Urugaui, juntamento com pessoal do makal do Brasil participaram do seminario sobre AMIA apos o ato principal.







Segundo dia em AMIA - Ato oficial

Mais de 1000 pessoas estiveram presentes no ato ofical em memoria as vitimas de AMIA


Vemos aqui os dois grupos brasileiros presentes.
O grupo formado por dirigentes e politicos e o grupo dos jovens da Hagshama e Makal

Primeiro dia na Argentina para eventos de AMIA - Manifestação da juventude

Vou aqui tentar descrever o que foi esse primeiro dia do PROJETO MEMÓRIA, que está no seu piloto para ser lançado nacionalmente ano que vem.
Hoje tivemos o ato da juventudecom o tema: "É hora de abrir os olhos e exigir justiça"
Sensação indiscritível. Evento muito emocionante e para todos nós que estávamos lá foi um grande impacto.
Cerca de 800 jovens reunidos com membros da AMIA e parentes das vítimas. Vários estandes e manifestos com dois focos principais: Um mural abaixo da placa dos nomes dos mortos que era produzido na hora pelos próprios jovens que passavam e o evento do ato em si que aconteceu no palco. Vídeos, músicas e dança temática foram apresentados com o momento mais emocionante que fez o nosso grupo, e grande parte das pessoas que estava lá se emocionarem com a leitura dos nomes, um a um, das vítimas. A cada nome citado o público respondia "presente". Foi de arrepiar muito!
Público no ato
Mural feito pelos jovens
Grupo abaixo da placa dos nomes das vítimas em AMIA
Jovens escutando depoimentos dos parentes das vítimas em AMIA
Público presente

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Futebol Cultural Hagshamá anima o almoço do Intertnuót no Rio de Janeiro

Durante o Intertnuót dos movimentos juvenis do Rio de Janeiro, o Departamento de Hagshamá realizou um Futebol Cultural sobre Israel. Mais de 250 Chanichim e madrichim torceram pelas equipes formadas por bogrim.